Glioma insular e Linha de Porto Alegre: limite vascular na ressecção transsilviana

Fotografia de dissecção microanatômica com vasos e nervos da região silviana e insular identificados no campo.
Fotografia de dissecção microanatômica com vasos e nervos da região silviana e insular identificados no campo.
Imagem do resumo visual, reproduzida do PDF original. Crédito: autores e créditos visuais indicados no artigo / BioSCIENCE. e00028. CC BY 4.0. Recorte e redimensionamento, sem alteração do conteúdo da imagem.

Gliomas insulares que se estendem medialmente à Linha de Porto Alegre podem se relacionar intimamente com as artérias lenticulostriadas, importantes para a irrigação de estruturas profundas. O artigo descreve uma mulher de 42 anos com epilepsia focal refratária e lesão insular direita de baixo grau.

O acesso transsilviano foi associado a uma ressecção subtotal planejada. Durante a dissecção, a identificação da artéria lenticulostriada lateral orientou o limite medial, e o tumor ao redor desse complexo vascular foi preservado intencionalmente.

Os autores relatam ausência de novos déficits e controle das crises no acompanhamento descrito. O caso mostra por que a segurança vascular pode limitar a retirada tumoral; não demonstra que a ausência de déficit imediato dispense acompanhamento oncológico da lesão residual.

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Publicação original: Gustavo Rassier Isolan e colaboradores. Transsylvian Resection of an Insular Low-Grade Glioma Medial to the Porto Alegre Line: Surgical Strategy for Preservation of the Lenticulostriate Arteries. Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00028. Publicado em 10 de setembro de 2026. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00028.