Meningioma esfenopetroclival com dor trigeminal: cirurgia e radiocirurgia em etapas

Ilustração de acesso à base do crânio, com instrumentos e estruturas neurovasculares próximas à região do trigêmeo.
Ilustração de acesso à base do crânio, com instrumentos e estruturas neurovasculares próximas à região do trigêmeo.
Imagem do resumo visual, reproduzida do PDF original. Crédito: autores e créditos visuais indicados no artigo / BioSCIENCE. e00004. CC BY 4.0. Recorte e redimensionamento, sem alteração do conteúdo da imagem.

A proximidade de um meningioma esfenopetroclival com o nervo trigêmeo pode causar dor facial de difícil controle. O artigo apresenta uma mulher de 33 anos com dor neuropática refratária e tumor envolvendo uma região cisternal e o seio cavernoso.

Pelo acesso pterional pré-temporal, a equipe retirou a porção acessível da lesão para descomprimir o trigêmeo. O componente intracavernoso foi preservado intencionalmente para limitar o risco de lesão dos nervos cranianos. Após crescimento documentado dois anos depois, esse remanescente foi tratado com radiocirurgia.

No acompanhamento de 14 anos relatado, a paciente permaneceu sem sintomas trigeminais e sem novo crescimento tumoral. O caso discute o equilíbrio entre controle da doença e preservação neurológica, sem demonstrar superioridade dessa estratégia para todos os meningiomas da região.

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Publicação original: Gustavo Rassier Isolan e colaboradores. Pretemporal Pterional Approach for Sphenopetroclivial Meningioma Causing Trigeminal Neuropathy: Surgical Video. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00004. Publicado em 10 de setembro de 2026. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00004.