Meningioma esfenopetroclival: acesso petroso posterior e observação de remanescente cavernoso

Ilustração da exposição petrosa posterior com estruturas vasculares e nervosas da região petroclival vistas no campo cirúrgico.
Ilustração da exposição petrosa posterior com estruturas vasculares e nervosas da região petroclival vistas no campo cirúrgico.
Imagem do resumo visual, reproduzida do PDF original. Crédito: autores e créditos visuais indicados no artigo / BioSCIENCE. e00031. CC BY 4.0. Recorte e redimensionamento, sem alteração do conteúdo da imagem.

A abordagem petrosa posterior permite visualizar a região petroclival por corredores acima e abaixo do tentório. O artigo apresenta uma mulher de 39 anos com meningioma esfenopetroclival direito identificado incidentalmente e descreve a avaliação venosa utilizada para selecionar o acesso.

Após exposição pré-sigmoidea, a equipe realizou redução interna e dissecção do tumor em relação ao tronco encefálico, à artéria basilar e aos nervos cranianos. Um pequeno remanescente intracavernoso foi mantido de propósito.

Houve paralisia oculomotora pós-operatória, resolvida em oito meses. Em mais de nove anos de acompanhamento, a paciente permaneceu independente, sem recidiva extracavernosa e com remanescente estável. O relato não implica que todo achado incidental deva ser operado nem que a preservação anatômica exclua déficits transitórios ou permanentes.

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Publicação original: Gustavo Rassier Isolan e colaboradores. Posterior Petrosal Approach for Sphenopetroclival Meningioma: How I Do It? Surgical video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00031. Publicado em 10 de setembro de 2026. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00031.