Paralisia facial após schwannoma vestibular: anastomose hipoglosso-facial em paciente com NF2

Composição do resumo visual com um rosto feminino e detalhes circulares relacionados à avaliação e à reconstrução facial.
Composição do resumo visual com um rosto feminino e detalhes circulares relacionados à avaliação e à reconstrução facial.
Imagem do resumo visual, reproduzida do PDF original. Crédito: autores e créditos visuais indicados no artigo / BioSCIENCE. e00009. CC BY 4.0. Recorte e redimensionamento, sem alteração do conteúdo da imagem.

A preservação anatômica do nervo facial durante a retirada de um schwannoma vestibular não assegura recuperação de seus movimentos. O artigo relata o caso de uma mulher de 23 anos com neurofibromatose tipo 2 e tumor Koos IV, que desenvolveu paralisia facial persistente após a ressecção.

Acompanhamento clínico e eletroneuromiografia, realizada oito meses depois, documentaram comprometimento funcional grave sem recuperação significativa. Foi então indicada anastomose hipoglosso-facial, conectando uma nova fonte de estímulo motor à musculatura facial.

Cinco meses após a reconstrução, os autores observaram melhora do grau V para o grau II de House-Brackmann, sem morbidade significativa do nervo hipoglosso relatada. O caso destaca o papel da avaliação seriada na reabilitação, mas não permite prever o resultado individual desse procedimento.

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Publicação original: Joel Lavinsky e colaboradores. End-to-End Hypoglossal-Facial Anastomosis Following Anatomically Preserved but Functionally Irreversible Facial Nerve Injury After Resection of a Koos Grade IV Vestibular Schwannoma in a Patient with Neurofibromatosis Type 2: Surgical video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00009. Publicado em 10 de setembro de 2026. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00009.