Artéria cerebelar aderida à dura-máter: nuance técnica na cirurgia do schwannoma vestibular

Ilustração da superfície do campo cirúrgico com um vaso arterial aderido à membrana dural e estruturas vasculares adjacentes.
Ilustração da superfície do campo cirúrgico com um vaso arterial aderido à membrana dural e estruturas vasculares adjacentes.
Imagem do resumo visual, reproduzida do PDF original. Crédito: autores e créditos visuais indicados no artigo / BioSCIENCE. e00014. CC BY 4.0. Recorte e redimensionamento, sem alteração do conteúdo da imagem.

Variações na relação entre a artéria cerebelar anteroinferior, conhecida como AICA, e a dura-máter petrosa podem aumentar a dificuldade da cirurgia de schwannoma vestibular. A nota técnica demonstra uma situação em que o vaso estava firmemente aderido à membrana que reveste o osso.

No caso apresentado, a equipe mobilizou a artéria junto com a dura-máter, após separar cuidadosamente essa camada do osso temporal. A estratégia evitou tentar desprender diretamente a parede arterial de sua aderência.

Os autores relatam retirada completa do tumor, com preservação do vaso e sem complicações isquêmicas descritas. O interesse do vídeo está no reconhecimento de uma variação anatômica e na explicação da decisão operatória; o relato isolado não quantifica a redução de risco.

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Publicação original: Joel Lavinsky e colaboradores. Management of the Anterior Inferior Cerebellar Artery Adherent to the Petrous Dura During Vestibular Schwannoma Surgery – Technical Note. Surgical Video.. BioSCIENCE. 2026;84(supl. 1):e00014. Publicado em 10 de setembro de 2026. DOI: 10.55684/2026.84.S1.pt.e00014.